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Tratamento capilar

Transplante capilar: experiência, naturalidade e segurança guiam o tratamento no IDEPE

A técnica FUE e a opção com no shave

O IDEPE utiliza a técnica FUE (Follicular Unit Extraction), na qual as unidades foliculares são extraídas uma a uma e implantadas na região que precisa de cobertura.

Para pacientes selecionados, também é possível realizar o procedimento sem raspar completamente os cabelos. Essa técnica, denominada no shave, pode trazer mais discrição no pós-operatório, e a indicação é sempre definida após a avaliação médica.

Naturalidade e preservação da área doadora

A naturalidade é um dos pilares do planejamento, e envolve decisões que vão muito além da quantidade de enxertos:

  • o desenho da linha frontal;
  • o formato do rosto e a idade do paciente;
  • a direção e a angulação dos fios;
  • a densidade da área doadora;
  • a possível evolução futura da calvície.

Preservar a área doadora recebe o mesmo cuidado que preencher a área receptora, porque ela é um recurso limitado. Uma extração excessiva ou mal distribuída (overharvesting) pode deixar falhas visíveis e de difícil correção.

Condução médica em todas as etapas

Um diferencial do IDEPE é que os tempos cirúrgicos, da extração à implantação das unidades foliculares, são realizados pela própria equipe médica, sem delegação a profissionais não médicos. Essa condução médica está presente em todas as etapas, da avaliação inicial ao acompanhamento.

Antes e depois da cirurgia

O processo começa bem antes do dia da cirurgia. Cada caso passa por uma avaliação individualizada, que considera o estágio da perda capilar, a qualidade da área doadora e a progressão esperada da calvície. Quando necessário, um período de preparo clínico antecede o procedimento.

O cuidado também continua depois. A calvície é uma condição crônica e progressiva: o transplante redistribui os folículos existentes, mas não interrompe a evolução da alopecia androgenética. Por isso, o tratamento clínico dos cabelos não transplantados segue fazendo parte do cuidado, com acompanhamento do paciente durante o primeiro ano após o procedimento.

Por que a escolha da equipe importa

Um planejamento inadequado pode resultar em:

  • rarefação da área doadora;
  • linha frontal artificial;
  • distribuição irregular dos fios;
  • baixa sobrevivência dos enxertos;
  • cicatrizes.

Essas complicações mostram que a decisão não deve se basear apenas na quantidade de fios prometida ou no valor do procedimento.

Tudo começa com o diagnóstico

O transplante capilar começa com um diagnóstico correto. Cada paciente tem uma área doadora, um padrão de perda capilar e necessidades diferentes, e por isso não existe solução única. É a avaliação médica que define se há indicação cirúrgica e como conduzir o tratamento com segurança e visão de longo prazo.

Agende sua avaliação com a nossa equipe pelo WhatsApp.

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